sábado, 23 de abril de 2011

"O essencial é invisível aos olhos"

Como alguns devem saber...essa sábia frase do título é de um escritor chamado Antoine de Saint-Exupéry e está em seu livro que é conhecido no mundo todo e por aqui no brasil,é intitulado de "o pequeno príncipe"...
É uma frase linda não acham?...então deixe-me contar-lhes uma pequena história...

Estava conversando com uma grande amiga e acabamos chegando em um ponto da conversa...esse ponto se chama "o amor"...até ai tudo bem,mas, o que me deixa perplexo é o fato de que esse tema é banalizado hoje em dia...MEU DEUS!!! como algo tão importante é tão banalizado hoje em dia??? Eu explico...
Debatendo com essa amiga,falei o seguinte..."Perceba,a palavra "amor" é banalizada e mal vista nos dias de hoje, o que se passa é o seguinte, muitas pessoas,grupos de debate e inúmeras comunidades de orkut tem como tema "amor é para fracos"...ou ainda "não preciso de amor"...o mais engraçado é que nessas comunidades 90% das pessoas são PRÉ-ADOLESCENTES pessoas que mal saíram da infância e só por que ouviu alguém dizer que o amor dói...ou que em um momento da vida viu que todo amor que sentiam por alguém se foi, acabaram achando aquela atitude de força (o que elas(pré-adolescentes) confundem com "raiva")uma repulsa por todo tipo de amor.

Para não me estender demais...se pergunte " o que realmente amo?" ou ainda " qual o meu modo de amar? ele é certo?". O fato é, o ser humano foi feito para viver uns com os outros, mesmo que isso seja complicado...não se deixem enganar o amor existe de formas diferentes e todos somos capazes de amar...mas deixa eu contar algo para vocês...uma vez que se ama verdadeiramente, é difícil amar novamente (mas não se deixem levar por essas palavras é difícil mas não impossível, o que não devemos fazer, é nos trancar dentro do nosso ser) e para acabar de uma vez com esse papo...quando vocês ouvirem um pré-adolescente dizendo que não precisa de amor, pergunte para ele "por que?"...essa pessoa vai calar, por que ele não saberia responder à essa pergunta.

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